Por Eusébio Pinto Neto

Companheiras e companheiros,

Esse ano será histórico, teremos a oportunidade de corrigirmos o retrocesso que aconteceu a partir do impedimento da presidenta Dilma, que prejudicou principalmente, nós trabalhadores e suas associações de classe, para permitir o desmonte do País.

Nesse espaço importante de debate, quero propor uma discussão produtiva desses assuntos que causam tantos impactos na vida do nosso povo. As possíveis candidaturas postas, uma, a do ex-presidente Lula do campo progressista, tem chance concreta de nos possibilitar essa necessária e urgente virada, vejo que o movimento sindical deve se engajar e independente da preferência de cada um, por esse ou aquele candidato, debater ideias e projetos, que possam ser abraçados por esses candidatos para sermos ouvidos e levado em consideração em um novo projeto de governo.

Sabemos que os desafios serão enormes, por isso para concretizar esse novo projeto que venha de encontro aos anseios da classe trabalhadora resgatando o nosso protagonismo na defesa da sociedade através do movimento sindical, é necessário estarmos organizados em torno da defesa de uma proposta única.

Os debates ora colocados em torno da revogação da reforma trabalhista, fim do teto de gastos e reestatização, no meu ponto de vista, é imperativo para fomentar o debate nesse momento histórico.

EUSÉBIO PINTO NETO – Dirigente sindical, Presidente da Federação Nacional dos Frentistas (FENEPOSPETRO), Presidente do Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SINPOSPETRO-RJ)


Tribuna recomenda!

NOTA DO EDITOR: Quem conhece o professor Ricardo Cravo Albin, autor do recém lançado “Pandemia e Pandemônio” sabe bem que desde o ano passado ele vêm escrevendo dezenas de textos, todos publicados aqui na coluna, alertando para os riscos da desobediência civil e do insultuoso desprezo de multidões de pessoas a contrariar normas de higiene sanitária apregoadas com veemência por tantas autoridades responsáveis. Sabe também da máxima que apregoa: “entre a economia e uma vida, jamais deveria haver dúvida: a vida, sempre e sempre o ser humano, feito à imagem de Deus” (Daniel Mazola). Crédito: Iluska Lopes/Tribuna da Imprensa Livre.